quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Os Objectivos do Milénio

1º-Erradicar a pobreza extrema e a fome


 



-Reduzir para metade a percentagem de pessoas cujo rendimento é inferior a 1 dólar por dia.
- Reduzir para metade a percentagem da população que sofre de fome.





2º-Alcançar o ensino primário universal





- Garantir que todos os rapazes e raparigas terminem o ciclo completo do ensino primário.








3º- Promover a igualdade de género e a autonomização da mulher








-Eliminar as disparidades de género no ensino primário e secundário, se possível até 2005, e em todos os níveis, até 2015.









4º-Reduzir a mortalidade de crianças










-Reduzir em dois terços a taxa de mortalidade de menores de cinco anos.








5º-Melhorar a saúde materna








-Reduzir em três quartos a taxa de mortalidade materna.






6º-Combater o VIH/SIDA, a malária e outras doenças



- Deter e começar a reduzir a propagação do VIH/SIDA.

- Deter e começar a reduzir a incidência de malária e outras doenças graves.





7º-Garantir a sustentabilidade ambiental





- Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais; inverter a actual tendência para a perda de recursos ambientais.

-Reduzir para metade a percentagem da população sem acesso permanente a água potável.

-Melhorar consideravelmente a vida de pelo menos 100 000 habitantes de bairros degradados, até 2020.












8º-Criar uma parceria global para o desenvolvimento


- Continuar a desenvolver um sistema comercial e financeiro multilateral aberto, baseado em regras, previsível e não discriminatório. Inclui um compromisso em relação a uma boa governação, ao desenvolvimento e à redução da pobreza, tanto a nível nacional como internacional.

- Satisfazer as necessidades especiais dos países menos avançados. Inclui o acesso a um regime isento de direitos e não sujeito a quotas para as exportações dos países menos avançados, um programa melhorado de redução da dívida dos países muito endividados, o cancelamento da dívida bilateral oficial e a concessão de uma ajuda pública ao desenvolvimento mais generosa aos países empenhados em reduzir a pobreza.

-Satisfazer as necessidades especiais dos países em desenvolvimento sem litoral e dos pequenos estados insulares.

- Tratar de uma maneira global os problemas da dívida dos países em desenvolvimento através de medidas nacionais e internacionais, a fim de tornar a sua dívida sustentável a longo prazo.

-Em cooperação com os países em desenvolvimento, formular e aplicar estratégias que proporcionem aos jovens um trabalho digno e produtivo.

-Em cooperação com as empresas farmacêuticas, proporcionar acesso a medicamentos essenciais, a preços acessíveis, nos países em desenvolvimento.

-Em cooperação com o sector privado, tornar acessíveis os benefícios das novas técnologias, em particular os das técnologias da informação e comunicação.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Prémio Nóbel da Paz 2011

O Prémio Nobel da Paz 2011 foi atribuído a três mulheres: a presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, a activista também liberiana, Leymah Gbowee e a iemenita Tawakul Karman.


O Comité Nobel Norueguês distinguiu as três mulheres «pela luta pacífica em defesa da segurança das mulheres e dos direitos das mulheres na participação total no trabalho de construção da paz».


Johnson Sirleaf, de 72 anos, economista formada em Harvard, é a primeira mulher presidente de África, eleita democraticamente em 2005.


Vista como reformista e pacifista quando assumiu o poder, Sirleaf apresenta-se novamente às eleições presidenciais, que decorrem este mês. Recentemente, opositores acusaram Sirleaf de comprar votos e usar fundos governamentais na campanha eleitoral, acusações que foram negadas.


Até 2003, a Libéria foi palco de uma guerra civil. Actualmente, o país luta pela manutenção da paz com a ajuda de missões das Nações Unidas.


A activista liberiana Leymah Gbowee organizou um grupo de mulheres cristãs e muçulmanas para desafiar os senhores da guerra na Libéria e foi a protagonista de uma «greve de sexo» que acabou por acabar com a guerra civil de 13 anos no país.


Tawakul Karman, de 32 anos, tem três filhos e liderou a organização Mulheres Jornalistas sem Correntes, um grupo de defesa dos direitos humanos. Tem desempenhado um papel fundamental na organização dos protestos no Iémen contra o governo do Presidente Ali Abdullah Saleh, que se iniciaram no final de Janeiro.


O pai de Karman foi ministro dos assuntos legais no governo de Saleh. Karman é jornalista e membro do partido islâmico Islah.


Numa reação ao prémio, a iémenita diz que «esta é uma vitória da juventude em primeiro lugar. Estamos aqui para ganhar toda a nossa liberdade e dignidade. A revolta da juventude quer os seus direitos por inteiro».



-Ellen Johnson Sirleaf

 -Leymah Gbowee

 -Tawakul Karman

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Prémio Nobel da Física 2011

A real academia de Ciências da Suécia anunciou na manhã desta terça-feira (4/10) que o prémio Nobel de física de 2011 vai para três pesquisadores que descobriram a aceleração da expansão do universo a partir da observação de supernovas distantes. Metade do prémio de 1,5 milhão de dólares (cerca de 2.8 milhões de reais) irá para o norte-americano Saul Perlmutter. A outra metade será dividida entre outros dois cientistas dos EUA: Brian Schmidt, que é radicado na Austrália, e Adam Riess.
De acordo com os jurados do Prémio Nobel, o estudo dos astrónomos permitiu novos entendimentos sobre a evolução do universo. Os dois grupos de pesquisadores descobriram que a expansão não estava a ir tão devagar como se pensava, na verdade estava a acelerar.
Schmidt recebeu o anúncio e sua casa na Austrália (às 21h no horário local) e falou ao vivo durante a cerimónia. "Tenho a mesma sensação que tive quando as minhas crianças nasceram. Estou muito animado e surpreso. Ocasionalmente as pessoas falavam sobre isso, mas eu não esperava pelo prémio" disse o premiado que afirmou que vai dormir em breve e que nestas próximas horas deve pensar em o que pretende fazer no dia seguinte ao anúncio. O professor afirmou que dará aula amanhã na Universidade justamente sobre o assunto que foi premiado.

-Descoberta de que a taxa de expansão do Universo está acelerando, e não reduzindo como se achava, resulta na premiação aos norte-americanos Saul Perlmutter, Brian Schmidt e Adam Riess (Nasa)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

5 de Outubro - Implantação da República

A Implantação da República Portuguesa foi o resultado de um golpe de estado organizado pelo Partido Republicano Português que, no dia 5 de Outubro de 1910, destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal.
A subjugação do país aos interesses coloniais britânicos, os gastos da família real, o poder da igreja, a instabilidade política e social, o sistema de alternância de dois partidos no poder (os progressistas e os regeneradores), a ditadura de João Franco, a aparente incapacidade de acompanhar a evolução dos tempos e se adaptar à modernidade — tudo contribuiu para um inexorável processo de erosão da monarquia portuguesa do qual os defensores da república, particularmente o Partido Republicano, souberam tirar o melhor proveito. Por contraponto, o partido republicano apresentava-se como o único que tinha um programa capaz de devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso.
Após a relutância do exército em combater os cerca de dois mil soldados e marinheiros revoltosos entre 3 e 4 de Outubro de 1910, a República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia seguinte da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da Constituição de 1911 que deu início à Primeira República. Entre outras mudanças, com a implantação da república, foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional e a bandeira.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Publicidade Institucional- não tem fins lucrativos; apenas pretende a divulgação da informação, sensibilizando para questões sociais, culturais e cívicas.

Publicidade comercial – procura promover um produto ou serviço, junto do consumidor, geral, no sentido de incentivar o seu consumo. Tem, portanto, fins lucrativos.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Portfólio e Acordo Ortográfico

O que é um portfólio?
                O portfólio de um aluno é, no fundo, uma pasta ou um dossier contendo elementos significativos do trabalho que ele realizou na disciplina ao longo de um ano lectivo ou mesmo de um ciclo.
                O portfólio deve conter os principais trabalhos do aluno, incluindo relatórios que elaborou, problemas que resolveu, explorações e investigações em que esteve envolvido, sozinho ou em colaboração com colegas, testes que fez, etc. Esses elementos devem estar acompanhados dos comentários que o professor e o próprio aluno foram fazendo a propósito das diversas actividades realizadas. O portfólio deve reflectir globalmente o percurso do aluno, não se limitando aos aspectos cognitivos do seu trabalho mas incidindo igualmente nos aspectos de natureza afectiva. Nesta perspectiva, pode constituir um testemunho valioso o facto de se guardar, por exemplo, o trabalho preferido, os comentários feitos numa reflexão pessoal sobre uma actividade matemática, ou as respostas dadas a um questionário sobre as aulas.
O portfólio não deve ser confundido com um dossier de trabalho contendo tudo o que o aluno fez por ordem cronológica. O seu valor, nomeadamente do ponto de vista da auto-avaliação, pode estar na selecção e organização do material que é incluído e na justificação que o aluno apresenta para a escolha desse material. Por isso mesmo, será útil destinar periodicamente algum tempo e atenção à tarefa específica de organizar o portfólio, uma tarefa que requer, ela própria, orientação da parte do professor.

Acordo Ortográfico: o que muda?
                O Acordo Ortográfico (AO) de 1990 foi ratificado por Portugal em 2008, prevendo-se uma moratória de seis anos para a sua entrada plena em vigor. O Ministério da Educação estabeleceu como data para entrada em vigor do Acordo Ortográfico, nas escolas, o início do ano lectivo 2011/2012.
A partir do corrente ano lectivo, os instrumentos de avaliação produzidos pelo GAVE cumprirão as novas regras ortográficas.
Até aos anos lectivos abaixo indicados, na codificação das provas de aferição (1.º Ciclo) e na classificação das provas de exame nacional (2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário), continuarão a ser consideradas corretas as grafias que seguirem o que se encontra previsto quer no Acordo de 1945, quer no Acordo de 1990 (actualmente em vigor).
A partir dos anos lectivos abaixo indicados (inclusive), os critérios de codificação das provas de aferição do 1.º Ciclo e de classificação das provas de exame dos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário considerarão como válidas exclusivamente as regras definidas pelo AO em vigor.